Pandora que decidia castigos no PCC é presa no litoral de SP

  • 11/03/2026
(Foto: Reprodução)
Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, era integrante de um grupo que fazia registros semelhantes ao da polícia Polícia Civil Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida como Pandora ou Penélope, foi presa em Itanhaém (SP). De acordo com a Polícia Civil, a mulher é apontada como uma das chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC) nas cidades do litoral sul da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. O delegado Bruno Lazaro, da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Itanhaém, afirmou ao g1 que a indiciada atuava como "disciplina" da facção, ou seja, estava à frente do tráfico de drogas e decidia os castigos às pessoas que desrespeitassem as regras da facção criminosa. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. "Os castigos variam de acordo com os descumprimentos das ordens, desde advertência, agressão física e até a morte [conhecido como Tribunal do Crime]. Então, dependendo do grau de violação ao estatuto da facção, esse grupo de disciplinas põe as sanções", explicou o delegado. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Prisão Policiais civis prenderam a mulher durante cumprimento de um mandado de busca e apreensão na casa dela, localizada no bairro Guapurá, na terça-feira (10). Pandora foi detida por organização criminosa e associação ao tráfico de drogas. Segundo o boletim de ocorrência (BO), a mulher afirmou aos policiais que o hematoma no olho direito foi causado durante uma briga familiar com uma prima. Ela também disse que está grávida de três meses, mas não apresentou nenhum exame comprovando a gestação. Pandora foi conduzida à delegacia, onde permaneceu à disposição da Justiça. A defesa dela não foi localizada até a última atualização desta reportagem. Mensagens Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, era integrante de grupos que decidiam os castigos e faziam registros semelhantes ao da polícia Polícia Civil Ainda durante a ação, um caderno e o celular da indiciada foram apreendidos. Neles, os agentes encontraram anotações de controle do comércio de entorpecentes, o que evidenciou a participação da mulher no tráfico de drogas. Em um aplicativo de mensagens, a corporação encontrou grupos com disciplinas das cidades do litoral paulista. Conforme relatado no BO, as conversas mostraram a estrutura da organização criminosa, com registros de ocorrências semelhantes aos realizados pelas polícias Civil e Militar. A equipe de reportagem teve acesso às mensagens enviadas nos grupos dos disciplinas (veja acima). O g1 editou os números de telefone exibidos por não ser possível identificar a origem dos aparelhos usados nas conversas. "[Os diálogos] apontavam como sendo a responsável pela aplicação de castigos físicos em pessoas que entrassem em algum tipo de desacordo ou conflito com o crime. Além disso, tais conversas apresentavam a abordagem de assuntos internos de grande relevância para o funcionamento da facção que passavam diretamente por seu conhecimento e aval", destacou a polícia, por meio de nota. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

FONTE: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2026/03/11/pandora-que-decidia-castigos-no-pcc-e-presa-no-litoral-de-sp.ghtml


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